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Beneficiários do INSS terão correção baseada no INPC; valor oficial será divulgado em janeiro

  • Foto do escritor: Maria Célia soares
    Maria Célia soares
  • 11 de nov.
  • 1 min de leitura
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O governo federal prediz um reajuste de 4,66% para pensionistas e aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com um custo acima do salário-mínimo, de acordo com a estimativa aplicada no Projeto de Lei Orçamentária Anual. O percentual mencionado é a previsão de inflação feita pelo governo para 2025, baseada no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).


A correção final que será aplicada a esses benefícios será oficialmente divulgada no dia 9 de janeiro, quando o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) anunciará o valor do INPC acumulado ao longo do ano.

Com o reajuste do INPC, o teto do INSS, no valor máximo pago pela Previdência, deve passar de R$ 8.157,41 para R$ 8.537,55 em 2026. Atualmente, o INSS atende 40,4 milhões de beneficiários, sendo 12,1 milhões com rendimentos acima do piso e 28,3 milhões que recebem até um salário-mínimo.

O calendário de pagamentos de 2026 ainda não foi divulgado. Tradicionalmente, quem recebe até um salário-mínimo começa a receber o valor reajustado no fim de janeiro, e os demais beneficiários no início de fevereiro.

O salário-mínimo é referência para aposentadorias, pensões, auxílios e o BPC (Benefício de Prestação Continuada), impactando dire

tamente os gastos públicos. O governo também projeta valores de R$ 1.725 em 2027, R$ 1.823 em 2028 e R$ 1.908 em 2029, mas os valores finais dependerão da inflação e do crescimento econômico efetivos.



 
 
 

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